Os 7 tipos de vícios mais comuns

Em fevereiro, estamos abordando a importância de combater vícios e maus hábitos, a fim de propagar a qualidade de vida com adoção de rotinas saudáveis.

Usando como referência a pirâmide de Maslow e a teoria das necessidades humanas, é possível encontrar os efeitos negativos dos vícios em todas as camadas que compreendem a existência humana.

Pirâmide de Maslow e a teoria das necessidades humanas

“Vício é tudo aquilo que escraviza o homem e o faz refém dos seus instintos”

O instinto humano tende a buscar satisfação constantemente, colocando como prioridade o prazer momentâneo ou duradouro. Essa busca está associado ao anseio de conquista do homem e a mesma inquietude que o faz criar milhares de coisas novas e surpreendentes, tem o potencial de levá-lo ao caminho do flagelo e autodestruição.

Os vícios são considerados doenças que afetam diretamente o sistema nervoso, criando no indivíduo, a dependência. Quando o vício está instalado na mente da pessoa, pode comprometer fortemente seu comportamento e percepção, trazendo-o para um estado que o faz abandonar seu juízo e agir na intenção de saciar suas vontades.

Vamos falar sobre os 7 vícios mais comuns e seus perigos:

  • Bebidas Alcoólicas: o alcoolismo acontece em todo o mundo.  O uso abusivo do álcool pode acarretar em diversas doenças, inclusive levar à morte. É caracterizada por uma vontade incessante e constante de consumir bebidas alcoólicas. O efeito do álcool não é só no indivíduo, mas as pessoas próximas sofrem com a violência, a depressão e outras patologias, reflexo do consumo abusivo.
  • Cigarro: o tabagismo é uma doença. Começa de forma inocente, reprisando os hábitos de outras pessoas e logo faz parte da rotina. O consumo do tabaco é liberado e é possível encontrá-lo em qualquer estabelecimento de conveniências. Em geral, as pessoas procuram os órgãos de saúde apenas para tratar as doenças quando já estão apresentando os efeitos do cigarro. O surgimento de vários tipos de neoplasias, principalmente o câncer de pulmão estão relacionadas ao consumo do cigarro.
  • Internet: a dependência a internet chega a ser comparável ao álcool e drogas, já que tem efeitos tão graves quanto. Chamado de Transtorno do Vício em Internet, já afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo e seu efeito maior é afastar as pessoas da realidade, fazendo-as perderem o interesse na vida.
  • Celular e Smartphones: o vício em celular ganhou um nome específico “nomofobia”. Representa aquela vontade inquietante de tocar no celular a todo momento, seja para: ver as horas, abrir e-mails, acessar as notícias, ver fotografias e outras facilidades que esta tecnologia permite. Não chega a ser considerado uma doença ou transtorno, mas causa incômodos, problemas de relacionamento, reduz a performance no trabalho, dentre outras.
  • Redes Sociais: diferente da nomofobia, o vício em redes sociais está associado ao estado de necessidade de interação constante. Estar presente nas redes sociais postando fotos, curtindo e consumindo conteúdo o tempo todo, pode esconder transtornos de comportamento e até a depressão. O indivíduo fica refém dos aplicativos, buscando alívio a angústias e frustrações pessoais em imagens, frases de efeito e vídeos publicados nas redes sociais.
  • Jogos de azar e apostas: este tipo de vício pode arruinar completamente a vida de um indivíduo, fazendo-o perder dinheiro e outras posses. O vício em jogos pode estar vinculado à vontade constante de se desafiar, de prova social ou status, a crença que pode iludir ou influenciar outras pessoas, o desespero por dinheiro fácil ou experimentar fortes emoções.
  • Remédios: o vício em remédios pode ser tão letal quanto a dependência de drogas ilícitas potentes. A “farmacodependência” já é uma realidade no Brasil. Para se ter ideia o Rivotril é o 2º remédio mais produzido e vendido no país. O uso de remédio, principalmente os psiquiátricos, cresceu 52% entre 2009 a 2014 (segundo a Secretaria Municipal de Saúde/ SP) . As pessoas abusam da automedicação para obter uma fuga às frustrações e angústias do cotidiano, procurando um abrigo e uma falsa sensação de alegria em medicamentos.

Serviço:

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